
O presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras, dr. Dilmar Leonardi, lança nesta quarta-feira, 11 de abril, o livro Queimaduras: Atendimento Pré-Hospitalar, organizado em parceria com a professora do curso de Medicina da Unisul, dra. Nazaré Otília Nazário. Também confirmaram presença no evento, que inicia às 19h na Unisul Pedra Branca, em Palhoça, na Grande Florianópolis, a vice-presidente da SBQ, dra. Maria Cristina Serra, e o presidente da Federação Latinoamericana de Queimaduras, dr. Alberto Bolgiani.
No Brasil, um milhão de pessoas são vítimas de queimaduras a cada ano. “Quando o trauma envolve queimaduras, o prognóstico está diretamente associado à forma como foi prestado o primeiro socorro. Com um primeiro atendimento especializado e multiprofissional, é possível tanto amenizar o sofrimento do paciente nos momentos seguintes ao acidente quando reduzir as sequelas funcionais da vítima, daí a importância de disseminarmos e multiplicarmos estes conhecimentos”, avalia dr. Leonardi, que este ano vai trazer para Florianópolis um grande evento internacional nesta área.
Para o Coordenador do curso de Medicina no Campus Pedra Branca e ex-Secretário de Estado da Saúde, dr. João Guizzo Filho, o tema eleito define por si só a relevância da obra. “As questões do ensino, da pesquisa e da assistência não podem correr desvinculadas, por isso a universidade apostou nesta parceria”, destaca. “O livro vem ao encontro dos anseios dos estudantes e dos próprios profissionais da Saúde, em especial os que prestam o primeiro socorro ao queimado e as equipes de Saúde da Família”, completa.
Organizado em 13 capítulos, o livro revisa o atendimento pré-hospitalar na atualidade, não apenas fornecendo informações técnicas, mas, também, abordando aspectos inerentes a qualquer serviço de urgência, como a história, a legislação, a ética e o cuidado humanizado. “Assim, a obra pretende contribuir e, quem sabe, oferecer elementos para se pensar na sistematização do atendimento pré-hospitalar das vítimas de queimaduras, sem esquecer que tão importante quanto a capacitação dos profissionais envolvidos é a conscientização da população para a prevenção destes traumas”, defende a autora, que é doutora em Enfermagem.
Na solenidade de lançamento, o presidente da SBQ também anunciará a realização do VIII Congresso Brasileiro de Queimaduras em Florianópolis, de10 a13 de outubro. Quase 200 palestrantes da Suíça, Áustria, República Tcheca, Estados Unidos, Austrália e vários países da América do Sul já confirmaram presença no evento, que além das conferências com tradução simultânea, mesas-redondas e feira de produtos, engloba o I Simpósio Internacional Wound Care e o Curso Internacional de Reabilitação em Queimaduras – Máscaras de Compressão e Talas Termoplásticas, ministrado pela Organização Internacional Physicians for Peace.
DADOS DRAMÁTICOS
No Brasil, dois terços dos acidentes envolvendo queimaduras são protagonizados por crianças, que passam a conviver com as sequelas, estéticas e funcionais, para o resto de suas vidas. “Isso justifica investimentos, parcerias e iniciativas cada vez mais maciças em campanhas de prevenção das queimaduras na infância, em especial porque, em 80,7% dos casos, um dos pais estava presente no local do acidente, mas não estava alerta para o risco daquela situação”, defende o presidente da SBQ, dr. Dilmar Leonardi.
Para o cirurgião pediátrico do Hospital Infantil Joana de Gusmão, em Florianópolis, e presidente do VIII Congresso Brasileiro de Queimaduras, dr. Mauricio Pereima, a liberação da venda do álcool líquido agrava ainda mais a situação. A combustão resultante de um litro de álcool etílico hidratado libera 4800 Kcal, quantidade de calor suficiente para elevar a temperatura da pele em nível de produzir destruição celular irreversível. Ou seja, apesar de ser vendido em qualquer supermercado e, quase sempre, ser armazenado em casa sem nenhum critério de segurança, o álcool líquido, quando inflamado, provoca a coagulação do protoplasma celular, com consequente morte dos tecidos de forma quase instantânea.
“Em Florianópolis, uma pesquisa realizada no período em que a venda de álcool líquido foi limitada no Brasil, apontou uma redução de quase 30% nos casos de queimaduras infantis, se considerarmos a diminuição da incidência e da abrangência das lesões”, destaca dr. Maurício. “O Brasil é o único país no qual o álcool se sobressai como agente causal de queimaduras. Seu mal uso acarreta quase 20% do total de ocorrências do gênero e isso é vergonhoso, pois a literatura científica internacional nem mesmo menciona o álcool como causa de lesões térmicas em outros países”, completa.
Segundo artigos publicados na Revista Brasileira de Queimaduras, além da presença de adultos no momento do acidente, ainda chama a atenção o fato de que, quase sempre, a criança estava em ambiente doméstico quando o trauma ocorreu, o que reitera a necessidade de maior preparo dos pais ou responsáveis sobre as medidas capazes de prevenir queimaduras na infância. Análises realizadas em unidades de queimados em vários hospitais pediátricos mostram que os acidentes ocorreram em ambiente intradomiciliar em 84,6% dos casos, no Hospital Universitário de São Paulo, em 66% dos casos em um hospital de referência no Estado de Goiás, e em 74% dos casos entre as crianças internadas no Hospital João XXIII,em Belo Horizonte.
“As zonas de maior risco são a cozinha e o pátio da casa”, alerta dr. Maurício Pereima, que aponta o escaldamento como grande vilão destes traumas. A causa mais frequente de queimaduras em crianças é o líquido aquecido, especialmente quando os pais deixam o cabo das panelas à vista enquanto cozinham, o que desperta a curiosidade das crianças mais pequenas. “Em média, metade dos casos de queimaduras na infância são provocados por líquido aquecido, um dado dramático que poderia ser revertido com maior atenção e comprometimento de quem está responsável por uma criança”, defende o cirurgião. Apesar de todos os avanços nos tratamentos, as queimaduras se mantêm entre as principais causas externas de morte registradas no Brasil.
Estão abertas, desde 26 de março, as inscrições para o VIII Congresso Brasileiro de Queimaduras, que será realizado de10 a13 de outubro no Hotel Majestic Palace,em Florianópolis. Atéesta data, as inscrições eram restritas aos sócios da Sociedade Brasileira de Queimaduras, que já confirmou a participação de quase 200 palestrantes da Suíça, Áustria, República Tcheca, Estados Unidos, Austrália e vários países da América do Sul no evento.
Além das conferências com tradução simultânea, mesas-redondas, feira de produtos e homenagem aos profissionais que vêm se destacando nesta área, o evento engloba o I Simpósio Internacional Wound Care e o Curso Internacional de Reabilitação em Queimaduras – Máscaras de Compressão e Talas Termoplásticas, ministrado pela Organização Internacional Physicians for Peace, e voltado aos profissionais de fisioterapia e terapia ocupacional.
O VIII Congresso Brasileiro de Queimaduras vai reunir mais de 600 médicos, enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais, nutricionistas, residentes e acadêmicos. Entre os palestrantes internacionais estão o americano Scott A. Brubaker, Diretor Chefe de Política da Associação Americana de Bancos de Tecidos, e o tcheco Pavel Brychta, que presidiu a European Burns Association até o ano passado. O cirurgião pediátrico americano Martin Eichelberger, fundador da organização Safe Kids Worldwide – que é referência mundial em prevenção de lesões na infância – também já confirmou presença no evento motivado pela relevância do tema. Dados do Ministério da Saúde apontam que, apenas no ano de 2009, 293 crianças menores de 14 anos morreram e quase 20 mil foram hospitalizadas vítimas de queimaduras.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras, o cirurgião plástico Dilmar Leonardi, os dados são ainda mais dramáticos do que parecem se considerarmos as seqüelas vitalícias deixadas tanto no âmbito estético quanto funcional. “Uma queimadura grave, em especial quando ocorrida na infância, dificulta a aprendizagem e a inserção laboral e, muito comumente, leva à exclusão social da vítima, exigindo esforços continuados de toda a família”, avalia. “Por isso a programação do Congresso inclui apresentações e debates sobre prevenção, primeiros socorros, tratamento, reabilitação e também a busca de alternativas para a reinserção do paciente, que é uma questão urgente a ser tratada”, defende. Mais informações sobre o VIII Congresso Brasileiro de Queimaduras no site www.cbqueimaduras.com.br
A cada três dias, uma pessoa morre no estado de São Paulo vítima de exposição ao fogo, às chamas e à fumaça. Só no ano passado, 2,2 mil pessoas foram internadas em hospitais públicos de São Paulo por causa de queimaduras provocadas por acidentes domésticos ou no trabalho. Desse total, 120 pessoas morreram. Segundo a Secretaria de Saúde de São Paulo, os gastos com internações por queimaduras custaram R$ 6 milhões à rede pública de saúde do estado.
“Esse número pega somente a rede pública e estadual, por isso, ele é subestimado. Há também uma grande demanda em hospitais particulares e municipais e casos que nem demandam internações”, disse Gustavo Feriani, supervisor médico do Grupo de Resgate e Atendimento a Urgências (Grau) da secretaria, em entrevista à Agência Brasil.
Para Feriani, o grande número de internações por queimaduras poderia ser evitado, principalmente porque os casos mais comuns de internações na rede pública ocorrem por acidentes domésticos, relacionados ao uso inadequado do fogão e da churrasqueira, a banhos em crianças com água superaquecida e velas.
“É fundamental não atear fogo em produtos ou restos de lixo ou fazer qualquer incineração dentro da casa. Isso pode provocar um fogo descontrolado, gerando incêndio de grandes proporções. Também é importante que as pessoas que fumam dentro de casa tomem cuidado com sofás e que não acendam o cigarro perto de produtos inflamáveis. E tomar muito cuidado com velas, principalmente ao dormir, já que elas podem cair ou tombar e gerar um incêndio quando todos estão dormindo”, alertou.
As internações hospitalares são necessárias em casos de queimadura de segundo grau que chegam a atingir 20% da superfície corpórea ou em casos de queimaduras de terceiro grau. “A queimadura é classificada em três graus. Na de primeiro grau, o exemplo mais característico é a queimadura solar, quando a pele fica avermelhada, dolorida, mas cuja pele continua íntegra. A de segundo grau tem a presença de bolhas, com perda de líquido, o que provoca descolamento da pele. Nesse caso, a pele está parcialmente preservada, com aspecto vermelho vivo. A de terceiro grau é a queimadura mais profunda. Tem aspecto opaco. A pele está toda danificada na sua totalidade, endurecida, como se fosse um couro”, explicou Feriani.
“Quanto mais profunda a queimadura, maior a gravidade e maior a mortalidade”, disse o médico. Segundo ele, as mais graves ocorrem quando se inala a fumaça, provocando queimadura das vias respiratórias. “São as mais graves porque demandam atendimento urgente. Se a pessoa não for atendida em pouco tempo, ela não vai conseguir respirar. E assim, acaba tendo parada cardiorrespiratória”, disse.
De acordo com o levantamento, os homens são a maior parte das vítimas por queimaduras. Das internações registradas no ano passado, 64% foram de pacientes do sexo masculino, e dos 120 óbitos, o índice entre os homens atingiu 59%.
Em caso de incêndios de grandes proporções, deve-se deixar o local e ligar imediatamente para o Corpo de Bombeiros, no telefone 193. Em caso de queimaduras, Feriani alerta: é preciso procurar ajuda médica. “A primeira coisa é chamar a ajuda do Corpo de Bombeiros e, enquanto aguarda, resfriar a área queimada com água corrente limpa e depois cobri-la com um pano limpo e seco. Não se deve aplicar pasta de dente, pó de café ou pomadas, pois isso pode provocar agravamento da queimadura e piorá-la”, orientou.
Do jornal Correio do Brasil; 24.03.2012

Será lançado no dia 11 de abril, na universidade Unisul, em Palhoça – na Grande Florianópolis – o livro Queimadura: Atendimento Pré-Hospitalar. De autoria do presidente da SBQ, Dr. Dilmar Leonardi, e da professora Dra. Nazaré Otília Nazário, a obra com 210 páginas terá noite de autógrafos no auditório da Unisul Pedra Branca, e além de disponível na editora da universidade, será comercializada durante o Congresso Brasileiro de Queimaduras, em outubro.

O presidente da SBQ, dr. Dilmar Leonardi, foi recebido em fevereiro pelo deputado estadual Dado Cherem, do PSDB-SC. Secretário de Estado da Saúde por sete anos, de 2003 a 2010, Dado Cherem se sensibilizou pela causa – em especial pela necessidade de engajamento político em prol da inserção social e laboral das vítimas de queimaduras graves -, e prometeu apoio irrestrito às campanhas e iniciativas da SBQ.


A presidente da Regional Pernambuco da SBQ, dra. Cynthia Chacon, compartilha a boa notícia. Foi inaugurado, em dezembro do ano passado, o primeiro Banco Multitecidos do Norte/Nordeste, com investimento de cerca de R$ 2,5 milhões do MS e Sistema SESI/SENAI. A solenidade de abertura do Banco de córnea, pele e tecido músculo-esquelético, instalado junto ao Instituto de Medicina Integral Prof. Fernando Figueira (IMIP), foi prestigiada pelo Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pelo Secretário de Estado da Saúde, dr. Antônio Figueira, a Secretária de Saúde de Olinda, dra. Tereza Miranda, o coordenador da Unidade de Queimados, dr. Marcos Barretto, e o presidente do Instituto de Apoio ao Queimado de Fortaleza, dr. Edmar Maciel.


A SBQ realizou em Florianópolis, no dia 11 de fevereiro, o Curso Nacional de Normatização no Atendimento a Queimados (CNNAQ), que atraiu um grande e diversificado público ao auditório do Hospital Infantil Joana de Gusmão. Os professores convidados foram a Dra. Maria Cristina Serra e o Dr. Flavio Nadruz Novaes. A próxima edição do CNNAQ será no dia 19 de maio, em Belém, no Pará. As aulas serão no Auditório Master Estação Saúde (UNIMED), no bairro Reduto. Mais informações e inscrições pelo e-mail: secretaria@sbqueimaduras.com.br
Todos os anos, pelo menos um milhão de pessoas são vítimas de queimaduras no Brasil, sendo que dois terços deste total envolvem crianças. De forma objetiva, os dados parecem dramáticos, mas se revelam ainda piores se considerarmos as seqüelas vitalícias deixadas por estes traumas, tanto no âmbito estético quanto funcional, dificultando a aprendizagem e a inserção laboral e, muito comumente, levando à exclusão social.
A Sociedade Brasileira de Queimaduras, que tem sede em Florianópolis, assumiu uma série de compromissos para reverter este quadro: lançou campanhas para a prevenção de acidentes que provoquem queimaduras; vem capacitando as equipes de Emergência ou postos de saúde – pois o prognóstico está diretamente associado à forma como foi prestado o primeiro socorro -; criou uma Especialização na área junto à Escola Paulista de Medicina e com apoio do Instituto Pró-Queimados; tem lutado pela ampliação do número de Unidades de Queimados no país e por uma Lei que ofereça aos sequelados de queimaduras benefícios similares aos de um deficiente físico.
A lei que institui o dia 6 de junho como Dia Nacional de Luta Contra as Queimaduras, que data de 2009, levou 10 anos tramitando. O próximo, e urgente passo, é que o Congresso aprove uma legislação condizente com a realidade, que reconheça as marcas vitalícias deixadas no corpo e na vida de uma vítima de queimadura grave, que garanta um atendimento com formato eficiente, capaz de devolver a este paciente a sua auto-estima e capacidade laboral. Que compreenda, conforme vem defendendo com especial ênfase a vice-presidente da Sociedade Brasileira de Queimaduras, a cirurgiã pediátrica Maria Cristina Serra, a importância de um primeiro atendimento especializado e multiprofissional.
Apesar de toda a tecnologia vigente, os resultados do tratamento para queimaduras graves, sejam elas provocadas por chamas, eletricidade ou produtos químicos, continuam muito limitados. O que só reforça a relevância dos cursos de Normatização que a SBQ tem promovido em todo o país. Quanto mais correto for o diagnóstico, com um profissional capaz de avaliar a gravidade da lesão, com um encaminhamento pertinente, com um trabalho em grupo, já que até mesmo a forma como o paciente é posicionado na cama pode mudar o destino do tratamento, maiores as chances de recuperação. E esse compromisso os gestores de saúde precisam assumir, garantindo a participação de quem atua em Emergência hospitalar, SAMU e postos de Saúde em cursos de Normatização do atendimento a queimados.
Também cabe ao poder público criar novas unidades exclusivas para queimados com atendimento de alta complexidade oferecido pelo SUS. Do planejamento inicial do Ministério da Saúde, que estimava uma necessidade de 68 centros, temos 45 em atividade no país. Faltam 23. Sendo que nove estados não contam com nenhum serviço público exclusivo para queimados, como é o caso do Rio Grande do Norte, Piauí, Rondônia, Amapá, Mato Grosso, Amazonas, Roraima e Maranhão.
Além do socorro adequado nas primeiras 24 horas, do atendimento especializado, do suporte aos pacientes com seqüelas, não podemos nos furtar da questão prioritária neste universo: a prevenção. O descuido dura um instante. As marcas, toda a vida! Por isso, pais, educadores e a sociedade em geral precisam fazer sua parte na disseminação deste tema, alertando sobre os riscos, em especial, do álcool líquido. Em fevereiro de 2002, quando uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, proibiu a venda de álcool líquido para uso doméstico, o número de internações no Hospital Infantil Joana de Gusmão, que é referência no atendimento a crianças queimadas para Santa Catarina, caiu em média 30%. Com a venda do álcool líquido liberada, cabe a nós, cidadãos, fazermos nossa parte, evitando o contato das crianças com esse produto inflamável. A prevenção às queimaduras é um direito da infância e um dever de cada adulto.
Postado em março 2012.
Os estados começaram a receber na quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 a Carta SUS , uma nova ferramenta do Ministério da Saúde que possibilita aos usuários do sistema avaliar o atendimento e os serviços prestados nos hospitais da rede pública ou unidades conveniadas. A Carta SUS pode ser usada para denúncia de irregularidades, elogios, críticas e sugestões. A distribuição iniciará por Curitiba (PR) e até o momento, já estão impressas 57 mil correspondências, com previsão para impressão de 648 mil até o final de janeiro. Os usuários não terão despesas com o envio da carta, que tem porte-pago e será mensal. A previsão é de que seja recebida uma média de um milhão de correspondências por mês. A Carta SUS terá um questionário para a avaliação do paciente e também dados como a data da entrada no hospital, o dia da alta e o motivo da internação. O usuário poderá conferir se os dados estão corretos e correspondem ao serviço prestado de fato, além de conhecer o custo total da internação. A carta pode ser respondida tanto pelo paciente, quanto por um familiar. A ação foi lançada pelo Ministério da Saúde em novembro de 2011.
Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República – Boletim 1457 – 26/01/2012